Ensinamento sobre a Natureza de Buddha

 

Este ensinamento foi dado por Khenpo Chokyi Nangwa Rinpotche, na Karme Thegsum Tcholing, Rio de Janeiro, em julho de 2017.

 

 

 

 

                Hoje, Lama Karma Tartchin Rinpotche *  solicitou que eu falasse sobre a Natureza de Buddha, a essência Daquele que Foi para a Bem-Aventurança (Sugathagharba). Para todos que são recém-chegados ou antigos na Karme Thegsum Tcholing, há alguns de vocês que conheci quando estive aqui anteriormente e alguns que são novatos. Primeiramente, gostaria de saudá-los e desejar bons votos a novos e antigos aqui.

 

                Geralmente, todos os seres sencientes são iguais em desejar felicidade e não quererem sofrer. Há muitos métodos diferentes e maneiras de falar sobre atingir a felicidade e abandonar o sofrimento. Destes métodos, neste mundo onde há atividades mundanas, transcendentes e religiosas, são para estabelecer a felicidade e abandonar o sofrimento.

 

                Em termos de métodos religiosos, muitos professores ensinam sobre abandonar o sofrimento e estabelecer a felicidade, tais como professores do Cristianismo, Jainismo, Islamismo e outros; estes professores de quatro renomadas religiões que estão presentes no mundo hoje. Entre as quatro maiores religiões do mundo, o Buddha Shakyamuni ensinou sobre a natureza búdica. Falarei sobre os ensinamentos do Buddha Shakyamuni sobre a natureza búdica.

 

                Como uma pessoa deveria entender o que é chamado ‘natureza búdica’? Qual é a razão para a necessidade de ensinar sobre ela? O que é chamado ‘natureza búdica’ é a causa principal da budeidade e está presente nos fluxos mentais de todos os seres sencientes. Por estas razões, é ensinado que a natureza búdica é a razão principal para se atingir a budeidade.

 

                Alguém pode perguntar qual é o suporte necessário para a budeidade. Os lamas anteriores ensinaram a respeito disto da seguinte forma. O suporte são as oportunidades e liberdades de um corpo humano. Para tornar-se totalmente desperto (Buddha) é necessário ter um corpo humano precioso que é dotado com as dezoito oportunidades e liberdades. A causa é a Natureza de Buddha. A condição é dependente de um amigo espiritual. Então o suporte é o corpo humano precioso e a causa é a natureza búdica.

 

                Qual é o significado da condição do amigo espiritual? É ensinado que, para tornar-se desperto, é necessário realizar diretamente a Natureza de Buddha na dependência do amigo espiritual, que ensina o caminho de realizar diretamente a natureza última e a realidade da Natureza de Buddha, mostrando como praticar e realizar diretamente a Natureza de Buddha.

 

                A ‘essência’, ‘elemento’, ‘potencial’ ou ‘Aquele Ido Para a Bem-aventurança’ (Natureza de Buddha) está primordialmente presente nos fluxos mentais de todos os seres sencientes. Os nomes ‘Natureza de Buddha’ e ‘natureza da mente’ (Dharmata) têm o mesmo significado. Sua forma de ser é de não haver divisões entre bom e mau na Natureza de Buddha. Tudo habita ali. Desde o Buddha até e incluindo os seres sencientes não há mau nem bom na Natureza de Buddha, é tudo o mesmo.

 

Alguém pode perguntar onde está a Natureza de Buddha. Ela é a essência da mente clara e conhecedora nesse exato momento, o modo de ser do Dharmata. O estado de um ser senciente é que o ‘elemento’ ou a ‘mente do Dharmata’ é, por exemplo, como uma semente. Para uma colheita não cultivada produzir trigo e assim por diante, primeiro é preciso plantar a semente no solo como uma base, mas ela requer água, calor e umidade para crescer. Portanto, é chamada ‘natureza da mente’ ou ‘base causal’ ou ‘potencial naturalmente presente’.

 

Devido à presença desse ‘elemento fundamental’, através de ouvir, contemplar e praticar e gradualmente acumular mérito e lucidez primordial, uma pessoa é capaz de atingir a liberação da budeidade; ela ‘vai para a bem-aventurança’.

 

Em termos do estado temporário dos seres sencientes, é como uma semente. Se não houvesse a Natureza de Buddha assim, então não seria possível tornar-se Buddha. Não apenas isto, devido ao poder dela estar primordialmente presente, praticando o caminho, em dependência de um amigo espiritual e daí em diante, ela será diretamente realizada.

 

Esta é o Buddha supremo. Alguém pode perguntar o que é necessário para realizar a Natureza de Buddha existente. Há três áreas de análise. A que é diretamente vista, a que está ligeiramente escondida e a que está extremamente escondida. Destas três, os textos de lógica dizem que é necessário averiguar a extremamente escondida. Para seres comuns, ela está extremamente escondida. É necessário realizá-la na dependência das escrituras do Buddha.

 

Há duas formas de realizá-la. Realização e entendimento baseados nos textos de lógica é uma maneira. A outra é após ouvir e contemplar sobre a Natureza de Buddha, a pessoa gradualmente a realiza através da prática dos yogas.

 

A Natureza de Buddha é demonstrada claramente nos ensinamentos de Bhagavan Buddha. Geralmente, é ensinada claramente nos tantras budistas e, particularmente, nos sutras dos ensinamentos finais [da roda]; o giro da roda do Dharma dos aspectos definitivos e últimos é ensinado de forma extremamente clara. Não apenas é ensinada claramente nos vinte Sutras do Significado Definitivo e outros, como também no sutra do Ensinamento sobre a Ausência de Decréscimo e Acréscimo.

 

Neste sutra, é ensinado através de pergunta e resposta com um aluno de Shakyamuni, Sharibu. Sharibu perguntou: “Em termos do ‘absoluto’, é um objeto realizado pela fé. A palavra ‘absoluto’ é um termo aplicado pelos seres sencientes. Como uma pessoa entende o ‘absoluto’?” Buddha: “É entendido ser o ‘elemento’ nos fluxos mentais dos seres sencientes”. Então Sharibu perguntou: “O ‘elemento’ dos seres sencientes é denominado ‘Natureza de Buddha’. Como uma pessoa deve entender o ‘elemento’ dos seres sencientes?” Buddha: “É ensinado que a pessoa o entenda, como Natureza de Buddha, que existe no continuum mental dos seres sencientes”.

 

Sharibu então diz: “O que é chamado de Natureza de Buddha é o que é denominado Dharmakaya. Esta Natureza de Buddha é ensinada como sendo o Dharmakaya supremo. E se a pessoa pergunta o que é isso que é denominado o Dharmakaya supremo?” Buddha responde: esse é o “Dharmakaya, a Natureza de Buddha, é exatamente o significado do que é chamado Dharmakaya”.

 

O Bhagavan Buddha ensinou desta maneira em muitos sutras. Agora estamos falando sobre isto, o significado do Último Giro dos ensinamentos, a roda do Dharma que distingue as características.

 

                Nos dez ou vinte sutras sobre o significado definitivo e daí em diante, é claramente ensinado que a Natureza de Buddha não está apenas nos fluxos mentais de todos os seres sencientes, mas é o que tem estado primordialmente presente durante a condição de um ser senciente. Esta natureza búdica, quando diretamente realizada, é o Dharmakaya, o Dharmakaya supremo.

 

                De modo similar, nos tantras, no Tantra do Pico Vajra é ensinado assim. Seres sencientes são o Buddha em si. Contudo, isto está obscurecido por máculas temporárias. Quando estas máculas são eliminadas, há o Buddha em si. Todos os seres sencientes são Buddha. No entanto, isto permanece obscurecido pelos dois obscurecimentos e pelas máculas temporárias. Quando são eliminados, quando os dois obscurecimentos foram purificados, a budeidade é diretamente realizada, como ensinado.

 

                Em resumo, é dito que as cinco máculas obscurecem a Natureza de Buddha, que está agora oculta pelos obscurecimentos e, logo, não é realizada diretamente. É ensinado que quando é realizada diretamente, este é o despertar total da budeidade.

 

                Por exemplo, neste planeta, o sol está obscurecido por nuvens. Enquanto as nuvens permanecem, é dito que o sol está obscurecido pelas nuvens. As nuvens são como os obscurecimentos. O sol é como a Natureza de Buddha. Isto é um exemplo. Contudo, o sol não está na verdade obscurecido pelas nuvens. A claridade do sol em si e seus raios de luz nunca estão realmente obscurecidos. Quando estamos sob as nuvens, dizemos que o sol está obscurecido pelas nuvens pelo fato de estarmos sob as nuvens. Da mesma forma, a natureza de Buddha (e suas qualidades) em nossos fluxos mentais não está nunca, em tempo algum, obscurecida.

 

                As máculas temporárias não a corrompem. Como os raios do sol, a Natureza de Buddha em nossos fluxos mentais não é corrompida pelas máculas. Ela tem suas próprias qualidades intrinsecamente existentes.

 

                Quando as nuvens se dispersam no ar, a radiância natural do sol brilha. De forma similar, quando as máculas temporárias dos obscurecimentos em nossos fluxos mentais são clareadas por seguir no caminho, é como o sol que brilha sem nuvens. A realização direta da Natureza de Buddha em nossos fluxos mentais é a causa para a realização do Dharmakaya, ou a verdade da cessação.

 

                Da mesma forma, o Protetor Maitreya ensinou sobre a Natureza de Buddha no Uttaratantra; sobre o Buddha, Dharma, Sangha, Elemento, Bodhichitta, Qualidades e Atividades Iluminadas. Em resumo, estes Sete Pontos Vajra são ensinados no Uttaratantra. Neste texto, o termo ‘elemento’ é explicado extensivamente como a essência da Natureza de Buddha, suas características e assim por diante. Aqui, o ‘elemento’, ‘potencial’ ou ‘essência’ têm o mesmo significado.

 

                De maneira similar, Nagarjuna claramente ensinou isto no Exaltação ao Dharmadhatu: ‘Se uma pessoa não realiza a realidade existente da Natureza de Buddha Dharmadhatu, permanecerá vagando no samsara, ou existência. À realidade existente em todos os seres senciente, o Dharmadhatu, presto homenagem.’. Quem quer que não entenda este conselho, que não realiza a realidade última existente na Natureza de Buddha Dharmadhatu, permanece vagando no samsara, ou existência.

 

                É ensinado que, quando alguém realiza a realidade existente, pode tornar-se completamente liberado de todo o sofrimento da existência e da paz. É ensinado que, após realizar a realidade última, a Natureza de Buddha Dharmadhatu, que habita em todos os seres sencientes, no continuum mental de todos os seres sencientes, gradualmente se atinge a liberação.

 

                A natureza búdica é claramente ensinada em muitos sutras, tantras e comentários. Esta mente absoluta [Dharmata], presente nos fluxos mentais de todos os seres senciente, o estado de ser como ele é em si, é explicada de diferentes maneiras. Um modo de ensinar a respeito dela é sobre a natureza das qualidades que possui; o segundo modo é meramente ampliando-se mais e mais a natureza da mente [Dharmata], tal como o poder da essência do Dharmakaya absoluto.

 

                Assim, apenas este ‘elemento’ ou ‘potencial’ expande-se em qualidades excelentes. Em termos do modo como ela [a Natureza de Buddha] possui estas qualidades, o Buddha ensinou em muitos sutras sobre a forma como ela possui estas qualidades. Em particular, nos sutras dos ensinamentos do giro final, é ensinado muito extensiva e claramente. Ele ensinou sobre as qualidades completas possuídas pela natureza búdica suprema.

 

                Em segundo, é ensinado que, ouvindo, contemplando e daí em diante, esta natureza búdica, o mero ‘potencial’ ou ‘elemento’ primordial gradualmente se incrementa mais e mais e torna-se mais e mais excelente, e é assim que se atinge o estado de budeidade.

 

                O Bhagavan Buddha claramente ensina nos dez sutras do significado definitivo, e em muitos sutras, como a natureza búdica tem estas qualidades. Como eu disse anteriormente, no Sutra dos Ensinamentos sobre a Ausência de Acréscimo e Decréscimo. O que é este verdadeiro ‘Dharmakaya’ ensinado por ‘Aquele que Foi para a Bem-aventurança’? Isto é aquilo o qual vai além; é ‘Aquele que Foi para a Bem-aventurança’ que é inseparável de todos os aspectos dos fenômenos e nunca se separa da lucidez primordial. É o que vai além dos grãos de areia do rio Ganges.’ O que este ensinamento diz? Como eu disse anteriormente, as qualidades da natureza búdica são como o número de grãos de areia no Ganges.

 

                No giro final dos ensinamentos, no Uttaratantra, Maitreya ensinou:

 

                Clara luz luminosa não é criada.

 

                Ela está indivisivelmente manifesta [na natureza dos seres]

 

                e contém todos os aspectos [positivos e excelentes]

 

                ultrapassando os grãos de areia do Ganges.

 

                [do quinto Ponto Vajra, ‘Iluminação’ no Uttaratantra]

 

                As qualidades indivisíveis da mente de clara luz, a Natureza de Buddha ou Sugathagarbha são mais numerosas que os átomos de areia no Ganges.

 

                Uma vez que nós, seres sencientes, temos a Natureza de Buddha em nossos fluxos mentais, todos os seres sencientes têm a possibilidade de atingir a budeidade. Se alguém é um ser senciente, o ‘elemento’ ou ‘potencial’ para tornar-se Buddha os permeia.

 

                Nos comentários no Uttaratantra, a Natureza de Buddha é definida como tendo dez significados. Devido à falta de tempo, não é possível explicar cada seção individual. Mas explicarei brevemente.

 

                Em termos de tornar-se Buddha, o indivíduo deve praticar gradualmente estágio a estágio. Então, como se faz? Por exemplo, a razão é, uma vez que a Natureza de Buddha está em nossos fluxos mentais, como uma semente, é possível ao indivíduo tornar-se Buddha. Não apenas isto, no futuro, podemos também ser os protetores e o refúgio dos seres sencientes. Por esta razão, uma vez que a Natureza de Buddha está em nossos fluxos mentais, como uma semente, a budeidade surge em dependência disto. O principal significado é este.

 

                Temos alguns minutos agora para perguntas.

               

Resposta da primeira pergunta:

 

                Há muitos obscurecimentos temporários e máculas. As principais emoções aflitivas são o apego, a aversão, a arrogância, a raiva e outras.

 

                O surgimento destes estados não virtuosos são os obscurecimentos. Em poucas palavras, há muitas máculas que obscurecem [a natureza búdica], os obscurecimentos aflitivos e os obscurecimentos cognitivos, então não somos capazes de realizá-la diretamente.

 

                Por exemplo, nuvens extremamente grossas obscurecem o sol. Quando as nuvens gradualmente se dispersam e desaparecem, o sol claramente brilha. Não somente isto, mesmo se as nuvens se dispersarem um pouco, o sol ainda não é capaz de claramente brilhar.

 

                É assim com os obscurecimentos. Precisamos gradualmente dissolver nossos obscurecimentos e gradualmente abandoná-los. Se alguém tem uma pequena quantidade de acumulação de mérito, então irá purificar apenas uma pequena quantidade de obscurecimentos. Se alguém tem uma quantidade média de mérito acumulado, então irá purificar uma quantidade média de obscurecimentos. Se alguém tem uma vasta quantidade de mérito acumulado, então os obscurecimentos serão vastos também. É necessário gradualmente meditar sobre os estágios do caminho. Do ponto de vista dos sutras, é ensinado que o Buddha purificou três éons incalculáveis de acumulações de obscurecimentos antes de tornar-se Buddha.

               

Resposta da segunda pergunta:

               

Se alguém perguntar qual é a principal essência do Buddhadharma, é beneficiar os outros. A coisa principal é a mente que deseja beneficiar os outros nesta vida humana. É muito importante realizar e fazer tanto quanto for possível para ajudar os outros. Ter vasta compaixão e amor-bondade é também muito importante.

 

                Geralmente, temos amor e compaixão por uma pessoa. Contudo, não temos amor e compaixão por todos, quem quer que sejam. O principal ensinamento do Buddha foi que ter vasta compaixão e amor pelos outros é de grande benefício e que não deveria haver diferenciações em termos do objeto de foco de alguém. Por esta razão, Buddha também ensinou que, se você não puder beneficiar os outros, ao menos não os prejudique. Ele ensinou:

 

                Não faça ações negativas.

                Faça ações virtuosas excelentes.

                Dome completamente a mente.

                Este é o ensinamento do Buddha.

               

Resposta da terceira pergunta:

 

                Primeiramente, para adentrar o portão de ser um budista, o indivíduo toma o refúgio. Geralmente, o portão do Buddhadharma é tomar refúgio. A raiz do Mahayana é a mente da Bodhichitta. Se alguém vagarosamente adentra o caminho budista, estudando gradualmente assim, isto é bom. Eu saúdo aqueles que são novos aos meus ensinamentos.

 

                Shamatha (habitar em paz) pode ser feita se alguém é budista ou não. Geralmente, se alguém é budista, então meditar sobre a paciência é muito importante. Após meditar sobre a paciência e isto se tornar um hábito, então está capacitado a ser paciente e tolerante. Se não se tem paciência, então cultivar a mente da Bodhichitta é difícil. Se alguém é iniciante, não é uma pessoa sem raiva ou orgulho e daí em diante. Contudo, ao meditar sobre a paciência e aplicar os antídotos, então é possível fazê-lo. Mas, quando a raiva surge, devem-se aplicar os antídotos.

 

                Por exemplo, S.S. o Dalai Lama deu este exemplo anteriormente a respeito de seus sentimentos em relação a Gen Lobsang Gyalso [quando ele foi assassinado em Dharamsala]. Grande raiva surgiu nele. Quando pensa na forma como ele foi assassinado, naquele primeiro instante, uma grande raiva surgiu nele. Num segundo instante, a raiva não somente foi pacificada mas, também, grande compaixão surgiu em relação aos assassinos. É desta forma. Geralmente, mesmo que alguém seja um Bodhisattva, até que ele atinja o estado de um Bhagavan, há raiva. Quando se atinge o nível de um Bhagavan, então se abandonaram completamente as emoções aflitivas.  Então, além disto, não há nada mais. Primeiramente, é muito importante cultivar paciência.

 

                Bem, agora o tempo acabou. A todos aqueles que fizeram perguntas, obrigado. Àqueles que ouviram, e agora estão com as pernas doloridas, obrigado.

 

 

 

 

 

* Khenpo Chokyi Nangwa Rinpotche   usa o termo “rinpotche” para referir-se ao Lama Karma Tartchin como um tratamento carinhoso.

 

 

Este texto foi  generosamente traduzido do tibetano para o inglês por Adele Tomlin Zangmo, nos possibilitando assim o melhor entendimento de um assunto tão vasto e profundo.

O texto original em inglês encontra-se em:

https://jonangkalacakra.wordpress.com/2018/04/10/new-translation-of-buddha-nature-teaching-by-chokyi-nangwa-rinpoche-brazil-2017/

 

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